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MINISTÉRIO PASTORAL

Pela virtude do seu chamamento, o próprio propósito do qual é a redenção do homem, o pastor precisar saber qual a orientação correta deve adotar com seus liderados. Não poderá adotar o conceito freudiano, o qual é puramente biológico e orgânico e destitui o homem de sua natureza transcendental. Tal posição estará em conflito direto com a premissa básica do ministério pastoral. Por outro lado, não poderá assumir o ponto de vista rogeriano a respeito do homem, o qual afirma que dentro de cada ser existe suficiente capacidade para alcançar a vida plena e harmoniosa. Isto não reconhece a necessidade de forças exteriores além do organismo humano. Em algum ponto entre estas duas posições se ergue a doutrina cristã do homem.Esta doutrina quer nos dirija à direção da depravação agostiniana ou à direção do bem rousseauniano, postula ainda a influência de forças espirituais para a necessária e completa reabilitação do homem. Concebe-se que o homem é biológico e racional, mas nenhum destes conceitos, nem ambos conjugados, compreendem adequadamente a soma total da natureza do homem. O fator espiritual é essencial, deve estar integrado dentro da moldura total do ser, para que a sua personalidade seja considerada em sua unidade.
Devido a essa visão sinóptica do homem, o pastor está de posse de uma posição única. Correndo menor risco de inclinar-se para extremos de uma interpretação biológica ou racional. Ele vê um ser mais completo pela simples razão de que é conhecedor da complexa natureza humana. Ele também reconhece a validade de cada uma das forças que contribuem para o processo dinâmico do desenvolvimento do homem. Seu conceito do homem prevê um entendimento mais claro, tanto do potencial do bem, quanto da tendência para o mal em todos eles. O homem não pode ser compreendido dentro do contexto de seu ser isolado, seja biológico seja racional, mas em sua relação com Deus.
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