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ELES NÃO SUPORTAM A SÃ DOUTRINA

Em sua última carta endereçada a Timóteo, dentre as muitas orientações e admoestações registradas, há uma que se refere a uma classe de pessoas, as quais eu chamo de os alérgicos à verdade, isso em virtude de nutrirem uma atitude de repulsa à Palavra de Deus.
Eles se encontram em nosso meio, são contados entre os nossos, mas não são dos nossos!. Essa classe de gente detesta e ojeriza ouvir a exposição legítima da Palavra de Deus.
Eles não querem o compromisso cristão, e mesmo que quisessem, não poderiam, uma vez que não suportam ouvir a verdade, a atitude natural destas pessoas à Palavra de Deus é a rejeição. Ele rejeitam a Palavra de Deus, mas não querem rejeitar um lugar na igreja de Deus. Como então eles resolvem esse dilema? Muito simples! Eles se cercam de “mestres” cuja missão é alimentar suas cobiças. Nomeiam gente que comungam das mesmas coisas que eles. Assim, poderão encontrar apoio e incentivo para as suas ações. Envelopam o exterior para se parecerem com ovelhas, mas possuem uma natureza lupina, tentam parecer com aquilo em que não o são. O que eles querem mesmo, é usufruírem do nosso nome, da nossa posição e Deus sabe do que mais. No fundo são agentes e agenciadores do mundo das trevas, cuja missão é semear o engano no arraial do povo de Deus. É preciso saber como lidar com essa gente. Na segunda carta de Paulo a Timóteo há pelo menos quatro ações que se implementadas ajudarão a igreja a tratar com esse tipo de gente. Vejamos:

1ª Ação. A boa exposição da Palavra - A igreja precisa cultivar e se municiar de bons expositores da palavra de Deus. É somente através da exposição correta da bíblia que podemos educar e doutrinar nossos crentes, alertando-os contra a mentira e tudo o mais. A exposição da verdade, enfraquece e limita a atuação da mentira e do engano no meio do arraial cristão.(2Tm. 3.16).

2ª Ação. O rechaço do conteúdo inútil - Os crentes precisam aprender a rechaçar toda conversa cuja utilidade se mostre nula. Aquele diálogo em que o conteúdo não produz  edificação, antes, acaba por produzir a profanidade, deve ser evitado. Se reconhecemos a bíblia como nossa única fonte inspirativa; evitando uma outra fonte competitiva, não deixaremos uma outra opção aos que estiverem entre nós, isto é, ou fale sobre a bíblia, ou não fale nada! Se agirmos dessa forma, limitaremos o campo de ação, dos mensageiros das trevas em nosso meio.(2Tm 2.16).


3ª Ação. O confrontamento - A igreja jamais deve se colocar em uma situação de acomodação, de não-confrontamento em se tratando de falsos crentes, falsos profetas. Essa gente precisa ser confrontada, combatida pela Palavra. Precisam ser caladas, precisam ser informadas de seus pecados, precisam ter seus erros denunciados.(2Tm 2.25).


4ª Ação- O bom exemplo- Os crentes precisam ser convencidos de uma vez por todas, que ser cristão é acolher uma verdade que dá e estabelece um novo paradigma para as nossas vidas. Esse novo paradigma é Cristo, é o seu exemplo, de modo que agora em Cristo nossas vidas precisam ter prazer naquele gesto ou atitude que glorifique a Deus. Precisamos perseguir os bons exemplos que nos são dados pela Palavra de Deus, bem como cultivá-los (2Tm3.10-17).

Agindo assim com certeza limitaremos a atuação dessa gente não crente entre nós.
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