Loading
English French German Spain Italian

Lutero e o valor das línguas bíblicas


A importância do estudo do hebraico e do grego sempre foi destacada pelas grandes mentes do cristianismo. De fato é difícil pensar em alguém que tenha feito um curso sério de teologia e não tenha aprendido o valor desses idiomas para a interpretação das Escrituras. Todavia, sabemos que alguns estudantes de teologia, por incrível que pareça e muitos pastores, se distanciam do estudo das línguas bíblicas por não reconhecerem sua importância como uma ferramenta necessária na interpretação das Escrituras.
J. Gresham Machen em um artigo intitulado: The minister and his greek Testament¹, reconhece tal distanciamento e aponta os seus possíveis motivos.

Introdução conceitual à doutrina da Santificação: o que ela não é


A história tem revelado as mais variadas interpretações e equívocos cometidos contra essa doutrina bíblica. Como exemplos desses equívocos cita-se a devoção monacal e o ascetismo. Houve casos em que os crentes pensaram que o corte do convívio com o mundo era de fato uma atitude eficaz e mesmo necessária para a sua santificação. Faziam a castração dos laços de sociabilidade, pensando que esse era o meio através do qual o cumprimento do “tornai-vos santos” se efetuaria. Alguns, inclusive, tornaram-se pessoas mal-humoradas com a vida, como se essa atitude pudesse de alguma forma contribuir para fazê-los “santos”.

IGREJAS ABUSADORAS

Recentemente li um artigo em Espanhol que achei bastante interessante e gostaria de torná-lo conhecido. O texto era assinado por Patrick Zukeran mestre em teologia pelo Dallas Theological Seminary e o tema abordado por Patrick era: “Igrejas abusadoras”. Na concepção de Patrick as “igrejas abusadoras” não se encaixam literalmente no perfil das seitas tradicionais, entretanto, devem ser consideradas como seitas também. Seitas que ele descreve eufemicamente como: “seitas baseadas na bíblia”. Embora pareçam ortodoxas em suas doutrinas sua metodologia e filosofia ministerial é similar às usadas pelas seitas. Embora o assunto de Patrick fosse desenvolvido tendo como pano de fundo o livro Churches That Abuse (Igrejas que abusam), do Dr.Ronald Enroth, o qual analisou cuidadosamente várias igrejas nos Estados Unidos e traçou as características das assim chamadas “igrejas abusadoras”. O contexto evangélico americano não é tão diferente do nosso aqui no Brasil de modo que tal estudo pode ser aplicado à realidade evangélica brasileira também. São oito as características que distinguem as igrejas “abusadoras” das igrejas literalmente evangélicas, as quais são:

O Evangelho Verdadeiro e o Soli Deo gloria



O evangelho genuíno produz na vida do seguidor de Cristo uma situação que eu chamo de confronto-debate, isto é, o cristão é confrontado pela Palavra de Deus a viver uma vida que glorifique a Deus em todo o tempo. Entretanto, essa é uma situação que a natureza caída que ainda reveste o homem regenerado, se recusa a aceitar. Temos então uma tensão que se instala no íntimo do crente, e que se intensifica através do debate metafísico entre a carne e o Espírito. O apóstolo Paulo como um crente regenerado vivenciou essa situação de confronto-debate (Rm 7).

Trecho da palestra sobre casamento


"Em Efésios encontramos o verdadeiro ensino de Paulo sobre o casamento: o casamento cristão é a relação mais preciosa da vida; seu único paralelo é a relação entre Cristo e a Igreja".

No texto escolhido para esta palestra, encontramos as palavras de Paulo que tratam da totalidade da “nova vida” do homem em Cristo. Essa totalidade envolve o homem no seu compromisso de: “Marido” de “Filho” de “Patrão” e de “Servo” (empregado). O homem atenderá melhor a esses compromissos à medida que sua vida for cheia do Espírito Santo. É tendo em mente a vida do crente cheia do Espírito, que Paulo trata de questões difíceis do nosso cotidiano, as obrigações de marido, de filho, de patrão e de empregado. O casamento que é a nossa questão em debate, só será algo realizado em uma dimensão de contentamento e satisfação à medida que os cônjuges se submeterem ao Espírito Santo. A vida cheia do Espírito é a condição fundamental para um casamento feliz e sustentável.

(Trecho de minha palestra proferida na Igreja Presbiteriana do Brasil em Andorinhas-Magé)
  • TEOLOGIA REFORMADA...
  • TEXTOS EDIFICANTES